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cartão do cidadão

Tractis – negociar, gerir e assinar contratos online

tractis

“¿Qué es Tractis?

Tractis es una plataforma web que permite negociar, gestionar y firmar contratos 100% online y con plena validez legal en el mundo offline.

Tractis permite a particulares y pymes hacer negocios sin importar fronteras, de forma eficiente y con absoluta seguridad y tranquilidad.”

Para quem como eu gosta de ter toda a sua gestão pessoal em formato electronico, a Tractis esta a realizar um excelente trabalho pela Europa fora. Fui contactado por esta empresa com o intuito de a ajudar com o Cartão de Cidadão, pois este permite a assinatura digital de documentos, e claro, também de contratos.

Tive algumas dificuldades em ajuda-los, com o Firefox, após a instalação dos certificados (o manual esta disponível no sítio respectivo) e da última plataforma de Java, o sistema teimava em não prosseguir, em IE, a mesma coisa, com a agravante de me estar a pedir sempre para instalar a plataforma que já estava instalada. Resolvi o problema com o Google Chrome, foi à primeira. Alguns problemas podem ser devidos ao meu SO, WinXP64bits.

Apesar de todos os sistemas de Cartões de Cidadão usarem standards, ainda nada é muito interoperavel, muito menos fácil para o utilizador comum, é preciso ser-se um “experto”, segundo as palavras do David Garcia, CTO da Tractis, mas são estas ajudas que fazem com que o progresso continue.

Quem quiser ajudar neste projecto, poderá contactar o próprio David Garcia pelo correio electronico david . garcia @ tractis . com, todos os restantes sistemas (outros sistemas operativos, outros browsers, etc) são bem vindos, para que seja possível tornar o sistema o mais interoperavel e compatível possível.

Em breve já poderei assinar contratos digitais, sem andar com a porra da papelada atrás, poupo árvores, poluo menos, e poupo dinheiro no gasoleo em deslocamentos.

Passaporte Electrónico Clonado vs Cartão do Cidadão (wiki)

Hoje o Bruno Morrison postou no seu blog algo que me deixou deveras preocupado, a The Hacker Choice descobriu uma falha no sistema do passaporte digital (ePassport) e conseguiu fazer um bypass ás checklists de segurança.

Como resultado, não só tiveram acesso a todos os dados, como puderam obviamente clonar o cartão, podendo obviamente alterar os dados. O maior problema ainda está no facto que os sistemas de autenticação não conseguiram detectar que o chip teria sido modificado, não disparando obviamente qualquer alerta. O processo está explicado no blog deles aqui com muito detalhe.

Ora, tendo o nosso Cartão do Cidadão quase a mesma infraestrutura, poderá obviamente ter as mesmas falhas (ainda por cima tão centrada numa infraestrutura Microsoft) visto que é um smart card, e como criador do wiki tenho toda a obrigação de alertar para este tipo de problemáticas.

Sugeria à comunidade mais uma vez o uso do wiki, e se alguém tiver disposto a isto, porque não testar algumas vulnerabilidades e partilha-las conosco, afinal, são os nossos dados que estão em causa.

Já tenho o meu e tenho algumas notas que irei adicionar ao wiki brevemente, algumas questões relacionadas com a segurança que presenciei no acto da entrega do meu.

PS: O Elvis afinal está vivo….

Posta de respeito ao Google

google

Sei que não tenho escrito muito, mas ultimamente o trabalho e os projectos pessoais não me tem dado tréguas. No entanto hoje quero dar os meus repeituosos votos de felicidade ao Google por me ter salvo o dia.

Depois das mudanças de servidor que ocorreram à já algum tempo, deparei-me que o meu projecto do Cartão do Cidadão tinha, simplesmente, desaparecido… e adivinhem onde fui encontrar a pagina inteirinha, depois de ter percorrido os backups do servidor,  tal e qual como eu me lembrava que a tinha deixado? Na cache do Google, exactamente.

Por enquanto vou deixar apenas o salvar pagina no mesmo url, mas quando puder reconstruo o wiki!

Shift (Dia 2)

No segundo dia, após ter “dormido bem depressa”, dirigi-me ao anfiteatro do Sapo onde esperamos pelo Carlos Zorrinho que afinal não compareceu (estes políticos), mas veio o seu substituto, que apresentou não só o plano tecnológico para Portugal, como também os seus resultados, devo concordar que até ao momento muito foi feito, em parte bem feito, mas concordo também que se deveria ter apostado mais em opensource. Afinal, os nossos estudantes de Coimbra a Évora produzem milhares de linhas de código por ano com projectos interessantes e os quais depois ficam nas prateleiras das universidades. O facto de se apostar em mão de obra qualificada Portuguesa dignifica-nos e ainda mantemos o dinheiro cá dentro e não financiamos Companhias Monopolistas do outro lado do Oceano Atlântico.

António Câmara da ydreams mostrou que afinal em Portugal se fazem coisas espectaculares, a realidade virtual nunca esteve tão perto e fiquei admirado com as formas de interacção entre o ser humano e a computação que já existem, produzidas por portugueses e em Portugal.

Celso Martinho mostrou como se podem desenvolver sobre stress, apresentando um caso prático à mistura com um pouco da história do sapo, já agora aproveito para dizer que os meus melhores trabalhos e melhores notas foram feitas sobre stress por incrível que possa parecer, esta apresentação teve todo o sentido para mim

Martin Röell apresentou um bom discurso sobre a forma como devemos interagir num mundo digital, relacionando-o com o mundo real, uma separação necessária para que reajamos com lógica e não com emoção, respectivamente a cada mundo, diferente por si só.

Stowe Boyd teve uma apresentação engraçada pois mostrou quase uma reflexão sobre o modo de comunicação através da internet ao longo dos tempos, é impressionante como os mensageiros tomaram conta e quase substituíram por completo o e-mail. Repare-se como neste momento, se estamos á frente de um pc, muitos de nos vemos primeiro se com quem queremos falar está online na nossa lista de contactos e só depois lhe enviamos o correio electrónico, caso esteja offline.

Suw Charman defende “com unhas e dentes” a abertura e a liberdade digital e mostra tal como eu (na apresentação do Cartão do Cidadão) a preocupação com os dados que os governos guardam sobre nós. Na continuação disto Dannie Jost falanos sobre as Patentes e a forma como elas funcionam quer na Europa, quer nos EUA.

O Sapo apresentou uma quantidade de soluções básicas mas engraçadas que mostram onde as pessoas clicam no portal e, todas as pesquisas efectuadas junto com o local de onde foram efectuadas.

Nos open spaces, podemos observar o Vizta, uma espécie de fliker geográfico, a ultima versão da Caixa Mágica, um melhoramento significativo do WeSpendMoney, já apresentado no Barcamp por Pedro Sousa, e eu, com mais uma vez as minhas preocupações com a plataforma do Cartão do Cidadão.

David Galipeau finalizou e muito bem, para a plateia que se aguentou desde o inicio do evento, com uma visão sócio-cultural da tecnologia, a forma como nós interagimos com ela e como ela se adapta a nós, e também como são desenvolvidas novas soluções com base nestes dois principios.

Esta foram algumas ideias que retirei sobre e do evento.

E todos ficamos á espera do ShiFT 2.0

cartaodocidadao.pbwiki.com

cc

Continuando o que iniciei na minha intervenção do Barcamp2006, acabei de criar a plataforma com vista a sustentar toda a interacção de amigos, colegas e interessados na discussão deste projecto que nos toca a todos.
Esta plataforma não visa criticar ou boicotar o projecto, mas sim reflectir, tornar mais público um projecto que eu acho, e muitos acham, que deve ser discutido e “falado” entre todos nós, através de comentários, estudos, análises, denúncias, etc.
Espero com este simples passo, uma abertura deste tema à blogosfera, provocando uma intercomunicação entre interessados, conhecedores e programadores, sensibilizando para a importância da segurança deste sistema e da abertura deste à comunidade.

A partir de hoje aguardo a vossa colaboração, num importante papel activo de cidadania.

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