Sobre

Sobre Adriano Afonso

Adriano Afonso, nascido a 15 de Junho de 1981 na cidade de Caldas da Rainha, é professor académico e fundador da Comunidade Portuguesa de LibreOffice. Licenciado em Tecnologias da Informação Empresarial, pela ESTGAD (Escola Superior de Gestão, Artes e Design, agora ESAD), e com um Mestrado em Comercio Electrónico e Internet da Universidade Aberta na qual foi também professor. Foi mais tarde convidado a leccionar na Universidade Lusófona e no Instituto Superior de Ciências Educativas.

Paralelamente ao percurso académico, em que tem publicado alguns artigos, tem mantido sempre um percurso profissional como técnico e administrador de sistemas, bem como de formador em diversas áreas. Fundou a Comunidade LibreOffice Portugal depois da apresentação em Paris do projecto Manual Aberto de TIC e LibreOffice, que foi recentemente lançado com edição do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e no qual colaborou uma equipa de vários formadores e professores. Actualmente é Formador e Migrador Profissional Certificado pela The Document Foundation/LibreOffice.

É ainda co-fundador de uma associação, liderando uma equipa de jovens profissionais onde tem realizado projectos e organizado eventos ligados às TIC.

Por Alexandre Cabrita [Syone].


Sobre o Blog

Pretendo com este blog ter uma abordagem das TIC no seu geral (uma visão omnipresente) em todas as suas ramificações, do software às redes sem fio; uma visão sócio-tecnológica do trinómio sociedade de informação, tecnologias de informação, sistemas de informação, em que tento abranger várias disciplinas, desde a sociologia, filosofia, informática, docência, design, cultura, reciclagem, entre muitas outras, que são do meu interesse e contribuíram largamente para a abertura dos meus horizontes.

Preocupo-me principalmente com as questões cada vez mais delicadas da segurança, com boas práticas de usabilidade que se traduzem como a mais fácil interacção entre utilizador – máquina e, finalmente, com uma análise sociológica da anterior relação. As TIC, olhando agora para o passado, tem na sua história marcos interessantes que se revelam como interacções e projecções de ordem humana, adaptando-se quer o humano à máquina, quer a máquina ao homem e que são de grande importância e por vezes esquecidas.

Até breve…