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Eventos

Eventos em que estive presente.

Alternativas do software livre aos monopólios digitais (Quinta)

Depois de uma aventura de carro pela capital, pois foi a primeira vez que me aventurei a vir para estas bandas com o meu “punto”, decidi que este não é definitivamente o meu mundo (não estou habituado a tanto semáforo). Como tinha algumas coisas a resolver por aqui, decidi ficar dois dias e aproveitei e dei um pulo à Fábrica Braço de Prata à conferencia Alternativas do software livre aos monopólios digitais.

Na quinta, foi a apresentação do SPIP pelo Philippe Rivière – jornalista do Le Monde diplomatique e co-autor do software livre SPIP – um CMS orientado para a publicação de textos, (parecido com blogger e wordpress) mas com uma interface e uma gestão espectacular.

É realmente muito bom comparado com outros sistema de publicação, pois este é especificamente orientado para o mundo jornalístico, é divisível em varias secções, permite gestão de versões (se duas pessoas estiverem a alterar o mesmo artigos, ambas são guardadas), permite uma completa gestão de edição de artigos (proposto, revisto, aprovado e publicado por ex.) personalizável, entre muitas outras funcionalidades que podem ser inseridas, como por exemplo “onload automatic forms”, o clica e edita, na própria página de visualização.

Deixo aqui uma personalização que pode ser usada, integrando skins xhtml e php com SPIP:

<BOUCLE_artigos (ARTICLES) {par date} {inverse} {0,10}>

<h1>#TITRE</h1>

<div>#INTRODUCTION</div>

<a href=”#URL_ARTICLE”>ler o artigo</a>

</BOUCLE_artigos>

Sim, porque o projecto é francês, o (pseudo) código “a lá” wiki também o é, no entanto é fácil e simples de entender. É sem duvida um CMS que vou experimentar mais tarde.

Conversa sobre Software Livre na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

software livre nas escolasFui convidado pela minha antiga Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro para fazer uma apresentação/conversa sobre software livre (SL) a uma plateia de jovens estudantes e alguns professores. A ideia principal seria trespassar quais as principais vantagens do uso do SL na educação e consecutivamente nas escolas.

Embora conheça, viva e use SL, não sou profundamente um conhecedor de toda a panóplia de conceitos, termos e licenças que envolvem toda a área, mas, tendo consciência disso, porque não usar os fundamentos colaborativos e pedir ajuda a quem sabe? Foi exactamente o que fiz, abri o Thunderbird e mandei alguns correios electrónicos a pedir ajuda, informação, ligações e ideias.

O resultado não podia ser melhor, não só fiz uma apresentação com uma visão abrangente, como pude responder a algumas questões mais pertinentes, e obviamente pude provar que toda esta estrutura funciona tão bem como é divulgada, provando à assistência que o efeito colaborativo realmente existe. É completamente diferente falar de uma coisa superficialmente ou ter um exemplo prático.

Sem dúvida que me fundamentei no projecto Escolas Livres para poder falar sobre as vantagens deste no ensino, razões como a diversidade, interoperabilidade, pedagogia (poder analisar o código com que se trabalha), comunidade, legalidade, preço, qualidade e segurança e longevidade já são por si muito fortes.

Também abordei o projecto Orca e a Metareciclagem que tocam na integração social, o primeiro sem dúvida por permitir aos invisuais trabalhar com grande parte do SL e o segundo, um expoente máximo de integração e info-inclusão dos brasileiros menos abastados, principalmente nas escolas.

O meu objectivo não é nem nunca foi de obrigar a plateia a passar de um dia para o outro a usar todo o SL disponível, incluindo mudar de Sistema Operativo, como fizeram algumas “inteligências” do estado Português, mas sim deixar o “bichinho” de experimentar, utilizar e gradualmente mudar.

Deixo a apresentação que fala em traços gerais sobre software livre e proprietário, algumas licenças de ambos, e algumas plataformas e sistemas em que o SL é usado.

Aberto a criticas e sugestões, pois espero não ser a última que faço em escolas para alunos e professores.

Lan Party Moita 2008

Ruben Alves - Adriano Afonso - Bruno AmaralLPMDepois de ter dado formação este sábado, aproveitei a minha ida à capital para dar um pulo à outra banda dar uma espreitadela à Lan Party Moita 2008.

Como chegei relativamente cedo ainda apanhei a apresentação do Pedro Custodio e do Bruno Amaral na qual discutiu-se um pouco sobre a Blogosfera, a Web Social / “Web2.0″ e a integração de diferentes sistemas, como os vídeos de telemóvel e o YouTube, e a repercussões que está tem tido na sociedade, sem duvida um bom momento para relaxar e pensar.

O workshop Cisco pela Rumos, do qual tinha algumas expectativas, deixou mesmo muito a desejar, para além de um Briefing desnecessário quase total da Rumos e da reorientação/apresentação dos seus cursos Cisco, pecou por depois só ter falado muito superficialmente dos suportes físicos (UTP/STP/Fibra) e uma muito curta apresentação do Cisco OS onde apresentou um dummie (dentro do seu portátil, em Vista) que não fazia mais do que o próprio nome indica, rigorosamente nada.
Não querendo questionar as competências do palestraste, mas acho de péssimo tom criticar uma infraestrutura de rede da lan usando palavras grossas, dizendo que cisco seria bem melhor, quando depois não apresenta soluções e tem um atitude superior perante a plateia, defendendo uma marca que todos sabemos que não está ao nível de qualquer lan (em termos de preço e/ou patrocínio). É por vezes necessário perceber o contexto das palavras e a forma como são ditas, estamos a falar de uma lan party onde uma boas dezenas de pessoas trabalharam arduamente para que tudo funciona-se, como organizador de eventos similares, e parceiro da Adamastor, até a mim me caiu mal e fiquei indisposto com tão absurda critica.

Tal como falamos na apresentação anterior, a imagem que deixo, é que vou repensar a minha certificação Cisco na rumos, a não ser que me justifiquem, não fiquei com muito boa impressão do formador!

Quanto à lan em si, a Adamastor segue as as mesmas linhas que nós, ODN, por incrível que possa parecer, numa lan de 400 pessoas, o ambiente era familiar e acolhedor, até os torneios “transbordavam” fair play… espectacular, sem duvida e espero que continuem assim, se puder para o ano lá estarei.

Pelo caminho fiz amigos, um abraço ao Ruben Alves e ao Bruno Amaral, e reencontrei outros, o Pedro Cavaco e o Bruno Barão, o Pedro Custodio e o Benzeno do clã dos Illusion.

Rafael bordalo Pinheiro Lan Party v3

RBPLPv3Rafael Bordalo Pinheiro Lan Party contou com 120 participantes

Com a participação de mais de 120 jovens infornautas, a terceira edição da Rafael Bordalo Pinheiro Lan Party, que teve lugar de 14 a 16 de Março nas Caldas da Rainha, foi um êxito em todos os aspectos.
Organizado pela Oeste Digital Network (ODN), que faz parte da  Associação Oeste – Informação Online, este encontro possibilitou aos jovens participantes estarem ligados em rede para jogarem através dos seus computadores, conversarem, trocarem ficheiros e conhecimentos.
O local onde os jovens passaram todo o fim-de-semana foi o ginásio da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, onde puderam também dormir, comer e tomar banho. Segundo Adriano Afonso, esta foi a lan party mais participada de sempre naquela escola. “Ultrapassámos as 120 pessoas que estavam inscritas, porque algumas vão-se embora e entraram. Entre os participantes houve algumas mulheres, mas foram apenas cerca de 10% do total de inscritos.

A RBPLP veio substituir, em parte, a antiga Caldas Lan Party que durante três anos se realizou no Centro da Juventude. Este encontro era organizado também pela ODN (antiga CRN) e deixou de acontecer porque o espaço onde se realizava foi transformado, deixando de ter condições para uma lan party.
A organização destaca o apoio de algumas empresas que possibilitam que tudo corra sobre rodas. A Cabovisão fornece o acesso à Internet, a Mundo Digital disponibiliza alguns técnicos, a Nascimento Seguros assegura o evento e a SMC Networks deu um patrocínio com cerca de 3 mil euros “em equipamento de topo”.
ODNA Oeste Digital Network, constituída por jovens ligados às tecnologias da informação, pretende continuar a outros projectos semelhantes e está também a proceder à requalificação de material informático considerado obsoleto que pode servir em algumas instituições, como a Cruz Vermelha Portuguesa.

Mais informações em http://www.oestedigital.net/rbplp/

Pedro Antunes

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Brigado pela notícia Pedro!

ENOS (tarde)

enos
Como já disse o ENOS superou todas as expectativas. A organização de um encontro nacional causa sempre alguma folia, mesmo para quem estava de férias, mas no final, as horas perdidas compensaram.
O Carlos (membro da CRN e mentor do projecto deste evento) lá perdeu os 3 em apresentações, e desenrascou-se muito bem. Mostrou na sua apresentação as alterações e melhorias da nova versão 10.3 do openSUSE e respondeu a muitas dúvidas. O seu contributo para a tradução foi essencial para a qualidade portuguesa da distribuição.
BoF: The Linux Audio/MIDI Desktop por Rui Nuno Capela foi sem dúvida uma excelente apresentação de conteúdo e uma contribuição importantíssima não só para o openSUSE como para o mundo GNU/Linux.
Terminais LTSP com openSUSE, um caso prático por Bruno Santos veio demonstrar que a migração para soluções open source é possível, desde que haja vontade e empenho, e a prova da redução de custos e ROI é sem dúvida um ponto forte numa implementação em hospitais. É com muita pena minha que vejo o Ministério da Educação a ESBANJAR os recursos, pagos por todos nós, em soluções que depois não o são, podendo poupar 2,6M de € (salvo erro) se todos os hospitais sofressem migrações (info segundo a apresentação).
O evento culminou com a minha apresentação sobre a gestão de um grupo informal e como cresceu a uma comunidade que hoje realiza Lan Parties e ajuda neste tipo de eventos, obviamente estou a falar da CRN.

Eu e o Carlos fizemos uma nota final, reunindo algumas palavras/frases que foram retiradas durante o evento e depois o Carlos no fim apresentou a necessidade de colaboração que é necessária de momento para o openSUSE, nomeadamente em traduções, quer do sistema operativo, quer das páginas wiki, tutoriais, entre outras.

As fotos já estão disponíveis em: http://www.caldasrainha.net/galeria/main.php?g2_itemId=3628&g2_navId=x16c2a643

focalização nos serviços
desenvolvimento de aplicações em OS
qualidade do código fonte
cada função, sua aplicação/distribuição
user friendly em detrimento da estabilidade?
suporte, existe, mas onde?
2 anos em média da adesão
lutar juntos
open radio
80/20 =100/100
reconhecimento pessoal e na comunidade
ROI definitivamente mais baixo

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