adrianoafonso.net Rotating Header Image

Eventos

Eventos em que estive presente.

Conversa sobre software livre na Escola Secundária Raul Proença

ensino livre - eu apoioA convite da professora Maria da Conceição Pereira estive ontem de visita à Escola Secundária Raul Proença com o José David em mais uma conversa sobre o que é o software livre e porque é que este deveria adoptado pelo ensino em Portugal no seu geral, e pelas escolas em particular.

A adesão foi muito boa, a discussão pertinente e desde a minha primeira conversa na minha antiga escola, nota-se que os jovens tem mais conhecimento e criado mais laços com o software livre, e até um dos alunos estava a colaborar dentro do projecto mozilla.

De facto estou contente ,e pelo menos vejo que quer alunos e quer os professores estão alertas, e têm feito algum trabalho para que as coisas não fiquem apenas pelas intenções.

Deixo aqui a ligação para a apresentação (actualizada já desde as ultimas conversas) e para alguns conteudos abordados e do Guia de Software Livre para Escolas, Alunos e Professores – Edição revista e aumentada v1.1 do  ensino livre:

PS: Este é um post que sem dúvida faço com gosto!

Encontro Nacional de openSUSE 2009

Pelo terceiro ano consecutivo, toda a comunidade portuguesa de openSUSE reúne-se num só espaço com o intuito de dinamizar o projecto openSUSE em Portugal.

O ENOS 2009 (acrónimo para “Encontro Nacional de openSUSE 2009″), organizado pela comunidade portuguesa de openSUSE e pela Associação de Informática de Castelo Branco, decorrerá na magnífica cidade de Castelo Branco, Sábado 26 de Setembro, tendo como ponto de encontro o Instituto Português da Juventude de Castelo Branco pelas 10 horas.

O objectivo do ENOS é dar a oportunidade aos utilizadores portugueses de openSUSE de se juntarem assim como dar aos participantes uma visão introspectiva dos últimos desenvolvimentos do projecto openSUSE e estimulá-los a participarem na comunidade, tudo num ambiente bastante informal e aberto.

Para além do convívio, troca de ideias e discussões dos mais diversificados temas possíveis, também decorreram durante o dia apresentações e BoF’s tais como:

  • O projecto openSUSE desde à 365 dias (Carlos Gonçalves, openSUSE)
  • Integração de Open Source vs Software Proprietário (Engº João Batista, Novell Portugal)
  • Linux na pós-produção áudio (Ricardo Antunes, UrbanaFM)
  • BoF: Moonlight (Andreia Gaita)
  • BoF: Packaging com o Build Service (Carlos Gonçalves)

Também este ano será possível submeter-se aos exames de certificação LPI, através da empresa nacional DRI, Master Affiliate do LPI em Portugal, com um desconto de 50% nas certificações – os interessados deveram informar a organização com pelo menos 8 dias de antecedência da sua intenção.

Assim, convidam-se todas as comunidades, associações e instituições, empresas e individuais a participarem.

Embora o encontro seja totalmente livre, agradece-se o registo na página do evento ou por email para eventos () opensusept () org por forma a ter uma ideia do número expectável de participantes.

Para informação mais detalhada, queira por favor consultar a página oficial do evento em http://pt.opensuse.org/Eventos/ENOS

Com os melhores cumprimentos,
A organização do ENOS 2009

ENOS 2008

ENOS 2008O ENOS significa ‘Encontro Nacional de openSUSE’, um evento ao estilo do Barcamp que junta os utilizadores portugueses de openSUSE. Depois da edição com um sucesso que superou as nossas expectativas (minhas e do Carlos) aqui em Caldas da Rainha, este ano vai decorrer na Invicta, a bonita cidade do Porto, organizado pela openSUSE-pt e pelo PortoLinux.

Este ano o apoio que dei foi apenas o design do cartaz que vos deixo em ligação, e, se possível vou lá estar. Mais uma vez vinco o meu apoio a este tipo de eventos por serem dinamizadores e “colonizadores” do mundo GNU/Linux. É preciso principalmente apoiar todas as iniciativas de software livre e não ligar neste momento a “extremismos” inúteis relacionados com distribuições. É o cliente/utilizador que deve escolher, não nós, o nosso dever é dar a conhecer.

Falar e conversar num ambiente de amigos sobre o tema vai ser com certeza o ambiente que vão encontrar, aconselho a ida, especialmente nesta ainda silly season onde ainda grande parte de nós está de férias.

Todas as informações restantes podem ser consultadas no sítio do evento, as inscrições (livres) também podem ser enviadas pelo correio electrónico para eventos (at) opensusept (dot) org.

Alternativas do software livre aos monopólios digitais (Sexta)

Depois de ter dormido depressa em casa do Ruben Alves (sim a Scarlet é mesmo linda), fui tratar de mais umas coisitas, e à noite fui ao debate sobre o tema supra citado.

João Neves da ANSOL falou integrou os presentes sobre as 4 liberdades do software livre, explicou com bastante clareza as desvantagens dos monopólios de ideias e das patentes de software e modelos de negócio e das “desfuncionalidades” dos mecanismos anti copia, que sinceramente não servem para nada e só atrapalham.

Philippe Rivière, o jornalista do Le Monde diplomatique e co-autor do software livre SPIP, deixou-nos uma boa visão sobre todos os contras da propriedade intelectual (PI), e como é ridículo, por exemplo, os paises mais desenvolvidos taxarem os mais pobres pela PI. Um bom exemplo é o caso do ramo farmacêutico, os cientistas fazem um levantamento e reconhecimento das plantas dos paises subdesenvolvidos para depois registarem patentes sobre os fármacos desenvolvidos. Como não se deve só criticar, deixou algumas soluções apresentadas por outros autores e defendidas por ele.

Inês Pereira, socióloga, fez uma tese sobre o ambiente do software livre e ficou fascinada com este mundo, apontou alguns aspectos que divido em pontos: é uma alternativa à sociedade fechada; é um movimento social; é uma sociedade em rede; é uma agregação de movimentos em rede. Deixou claro que ainda não existe uma relação forte entre os diferentes movimentos sociais, mas afecta-os a todos. Destacou o facto de o discurso de defesa ainda é retórico e discursivo, e que se deve cingir mais à pratica (através de eventos como este na minha opinião)

Nuno Teles é economista e analisa o SL deste posto, destaco alguns pontos que achei interessantes na sua analise: o facto de não existir nem assalariado nem mercado produtor definidor de preço; o facto de ser desenvolvido por centenas/milhares e ser revisto é menos susceptível a “bugs”; peer production – desenvolvimento peer to peer; motivações intrínsecas.

No final ficou uma ideia, de ser necessario mais eventos/acções, mais esclarecimento, que cabe a cada A CADA UM DE NÓS trasmitir depois deste dia.

Alternativas do software livre aos monopólios digitais (Quinta)

Depois de uma aventura de carro pela capital, pois foi a primeira vez que me aventurei a vir para estas bandas com o meu “punto”, decidi que este não é definitivamente o meu mundo (não estou habituado a tanto semáforo). Como tinha algumas coisas a resolver por aqui, decidi ficar dois dias e aproveitei e dei um pulo à Fábrica Braço de Prata à conferencia Alternativas do software livre aos monopólios digitais.

Na quinta, foi a apresentação do SPIP pelo Philippe Rivière – jornalista do Le Monde diplomatique e co-autor do software livre SPIP – um CMS orientado para a publicação de textos, (parecido com blogger e wordpress) mas com uma interface e uma gestão espectacular.

É realmente muito bom comparado com outros sistema de publicação, pois este é especificamente orientado para o mundo jornalístico, é divisível em varias secções, permite gestão de versões (se duas pessoas estiverem a alterar o mesmo artigos, ambas são guardadas), permite uma completa gestão de edição de artigos (proposto, revisto, aprovado e publicado por ex.) personalizável, entre muitas outras funcionalidades que podem ser inseridas, como por exemplo “onload automatic forms”, o clica e edita, na própria página de visualização.

Deixo aqui uma personalização que pode ser usada, integrando skins xhtml e php com SPIP:

<BOUCLE_artigos (ARTICLES) {par date} {inverse} {0,10}>

<h1>#TITRE</h1>

<div>#INTRODUCTION</div>

<a href=”#URL_ARTICLE”>ler o artigo</a>

</BOUCLE_artigos>

Sim, porque o projecto é francês, o (pseudo) código “a lá” wiki também o é, no entanto é fácil e simples de entender. É sem duvida um CMS que vou experimentar mais tarde.

436228 pages viewed, 264 today
237219 visits, 179 today
FireStats icon Powered by FireStats